Os países africanos lusófonos estão pouco empenhados na concretização do Acordo de Comércio Livre em África (AfCFTA, na sigla inglesa) e pouco preparados para o aplicar, com São Tomé e Príncipe a ser a exceção positiva, revela um estudo.
O relatório AfCFTA — Ano Zero, promovido pela parceria que reúne empresários e líderes políticos africanos, The AfroChampions Iniciative, foi elaborado antes da pandemia provocada pelo novo coronavírus ter atingido o continente.
O documento foi divulgado, na segunda-feira, numa altura em que cresce a preocupação do setor privado quanto a um possível adiamento da entrada em vigor oficial da zona de comércio livre africana, em 01 de julho.
