O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) vai disponibilizar 132 mil milhões de kwanzas (160 milhões de dólares) para a implementação dos planos de fomento da produção de grãos, pecuária e pescas.

O Ministério da Economia Planeamento (MEP) e o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) abordaram esta segunda-feira (2) sobre a previsão do banco disponibilizar o referido valor, que poderá ser desembolsado em duas tranches, sendo a primeira ainda este ano, na ordem dos 82,5 mil milhões de kwanzas (100 milhões dólares) e a segunda de 49,5 mil milhões de kwanzas (60 milhões de dólares) a ser libertada em 2024.
O secretário de Estado para a Economia, Ivan Marques dos Santos, esteve reunido com a directora do Programa País do BAD, Yolanda Arcelina, acompanhada pelo economista, James Opio-Omoding e pela directora para o Emprego Juvenil, Grace Obeda.
Do encontro, participaram também os directores nacionais para Economia e Fomento Empresarial, Manuel Machado, e para o Ambiente de Negócios, Laércio Cândido, bem como o coordenador da Comissão de Reestruturação do Fundo de Activo de Capital de Risco( FACRA),Teodoro Poulson,e o administrador Executivo do Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), Bráulio Augusto.
O encontro acontece numa altura em que a Missão do Banco Africano de Desenvolvimento iniciou os trabalhos técnicos de concertação para a estruturação de projectos de apoio às competências, à empregabilidade, empreendedorismo e desenvolvimento de pequenas e médias empresas.
De acordo com o MEP, o objectivo é capacitar os empreendedores em gestão de negócios, literacia financeira e empreendedorismo digital, sobretudo, voltado ao agronegócio.
A nota de imprensa do Ministério diz que a ideia é também dar robustez ao Programa de Reconversão da Economia Informal (PREI), para reforçar a sustentabilidade da transição da informalidade para a formalidade, com microcrédito e programas de incubação empresarial.
Angop

