A Procuradoria-Geral da República (PGR) na província da Huíla necessita de 20 magistrados para dar resposta a demanda de processos-crime que chegam diariamente ao Ministério Público.
Actualmente, a magistratura judicial conta com o concurso de 27 procuradores, incluindo os jubilados, fazendo com que cada um deles tenha em mãos mais de 10 processos para analisar.
Segundo o sub-procurador-titular na província, Daniel Joaquim Lumango, mensalmente são averiguados 100 processos-crime de natureza diversa e a maior parte desses resulta de crimes de peculato, branqueamento de capitais, burla, tráfico de influência, exigindo uma avaliação minuciosa.
A título de exemplo, apontou que só a Matala conta com um número muito elevado de processos-crime, mas, infelizmente, tem apenas um magistrado no tribunal e um junto do Serviço de Investigação Criminal (SIC).
De acordo com o magistrado, Caluquembe, Caconda, Gambos, Cacula e Jamba contam também, apenas com um procurador cada.
