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Angola elege crescimento do PIB

A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, apontou, na terça-feira, em Washington DC, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) como “carro chefe” da governação para o quadriénio 2023-2027.

A governante falava à imprensa, no final de um encontro entre os ministros das Finanças de África, no âmbito das “Reuniões Anuais” do Banco Mundial (BM) e do Fundo Monetário Internacional (FMI), que decorre na capital norte-americana.  

“Queremos que os programas e as políticas que façam o PIB crescer, fundamentalmente em sectores da sociedade geradores de emprego, sejam o carro chefe dos próximos 4 anos, para que possamos reduzir a pobreza e o desemprego”, referiu.

Analistas indicam que “o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) acelerou de 2,4%, no último trimestre do ano 2021, para 2,6% no primeiro trimestre de 2022, parcialmente impulsionado pelo sector petrolífero”.

Já consultoras internacionais como a Fitch Solutions preveem, para este ano 2022, um crescimento da economia angolana  em 3,5%.

O objectivo, apontou, é proteger as famílias mais vulneráveis dos diferentes choques que estão e vão acontecer a nível dos preços dos alimentos, fertilizantes e energia, em função da oferta, consequência directa do conflito que se desenrola no leste europeu.

De acordo com a ministra, o Executivo angolano, liderado por João Lourenço, pretende, durante os encontros das reuniões anuais do BM e do FMI, ouvir e perceber as perspectivas de performance da economia global, regional e continental africana, assim como as principais ameaças e oportunidades.

Angola pretende também projectar a sua visão para os próximos 4 anos, segundo a ministra, porquanto a forma de trabalhar do país está a merecer muitos elogios, o que pode optimizar os recursos que forem angariados.

“O estado angolano irá tirar o maior proveito do momento reputacional que o país está a atravessar, fruto das reformas implementadas, e tudo será feito para manter esta percepção positiva, com o objectivo de continuar a manter e a assegurar a estabilidade macroeconómica de forma mais firme e incisiva”, garantiu a ministra.

A 22 de Dezembro de 2021, o Conselho de Administração (CA) do FMI concluiu a sexta e última avaliação do Programa de Financiamento Ampliado (EFF) para Angola, iniciado em Dezembro de 2018.  

 O Programa visou o alcance e a consolidação do equilíbrio externo e fiscal da economia angolana, bem como a criação das condições para uma efectiva diversificação da economia, de modo a promover em Angola um crescimento sustentado e sustentável liderado pelo sector privado.

Angop

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Angola elege crescimento do PIB

  • Luanda     Quarta, 12 Outubro De 2022    07h12  

Ministra das Finanças, Vera Daves fala à imprensa
Mauro Romeu – ANGOP

Washington DC (Do Enviado Especial) – A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, apontou, na terça-feira, em Washington DC, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) como “carro chefe” da governação para o quadriénio 2023-2027.

A governante falava à imprensa, no final de um encontro entre os ministros das Finanças de África, no âmbito das “Reuniões Anuais” do Banco Mundial (BM) e do Fundo Monetário Internacional (FMI), que decorre na capital norte-americana.  

“Queremos que os programas e as políticas que façam o PIB crescer, fundamentalmente em sectores da sociedade geradores de emprego, sejam o carro chefe dos próximos 4 anos, para que possamos reduzir a pobreza e o desemprego”, referiu.

Analistas indicam que “o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) acelerou de 2,4%, no último trimestre do ano 2021, para 2,6% no primeiro trimestre de 2022, parcialmente impulsionado pelo sector petrolífero”.

Já consultoras internacionais como a Fitch Solutions prevêem, para este ano 2022, um crescimento da economia angolana  em 3,5%.

O objectivo, apontou, é proteger as famílias mais vulneráveis dos diferentes choques que estão e vão acontecer a nível dos preços dos alimentos, fertilizantes e energia, em função da oferta, consequência directa do conflito que se desenrola no leste europeu.

De acordo com a ministra, o Executivo angolano, liderado por João Lourenço, pretende, durante os encontros das reuniões anuais do BM e do FMI, ouvir e perceber as perspectivas de performance da economia global, regional e continental africana, assim como as principais ameaças e oportunidades.

Angola pretende também projectar a sua visão para os próximos 4 anos, segundo a ministra, porquanto a forma de trabalhar do país está a merecer muitos elogios, o que pode optimizar os recursos que forem angariados.

“O estado angolano irá tirar o maior proveito do momento reputacional que o país está a atravessar, fruto das reformas implementadas, e tudo será feito para manter esta percepção positiva, com o objectivo de continuar a manter e a assegurar a estabilidade macro económica de forma mais firme e incisiva”, garantiu a ministra.

A 22 de Dezembro de 2021, o Conselho de Administração (CA) do FMI concluiu a sexta e última avaliação do Programa de Financiamento Ampliado (EFF) para Angola, iniciado em Dezembro de 2018.  

 O Programa visou o alcance e a consolidação do equilíbrio externo e fiscal da economia angolana, bem como a criação das condições para uma efectiva diversificação da economia, de modo a promover em Angola um crescimento sustentado e sustentável liderado pelo sector privado.

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