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Veterano português que lutou contra independência de Angola condenado 22 anos de prisão por homicídio racista

Um português de 76 anos foi condenado, nesta segunda-feira (28), a 22 anos e nove meses de prisão por matar um homem negro com seis tiros, após uma briga na qual fez comentários racistas – informou a imprensa local.

O tribunal de Loures, um município na periferia de Lisboa, considerou culpado por homicídio agravado por ódio racial Evarista Marinho, um veterano que combateu nas fileiras portuguesas durante a guerra de independência de Angola.

No início do processo, o réu admitiu os fatos ocorridos no meio da rua, em julho de 2020.

A vítima, Bruno Candé, era um ator de 39 anos nascido em Portugal. Sua família é oriunda de Guiné-Bissau, outra antiga colônia portuguesa na África.

O caso gerou grande polémica, e a polícia portuguesa foi acusada de tentar omitir a motivação racista do crime.

AFP

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