Terça-feira, 10 de Março, 2026

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Polícia recebe contribuição de taxistas para combater criminalidade violenta

A polícia preocupada com os crimes violentos que ocorrem na via pública, chamou as associações de taxistas existentes no país, para colher as suas contribuições no combate ao crime.

Polícia angolana recebe contribuição de taxistas para combater criminalidade violenta

O encontro, promovido pela direção de Investigação de Ilícitos Penais, contou a com a participação da Associação dos Taxistas de Angola (ATA), da Associação dos Motoqueiros e Transportadores de Angola (Amotrang) e da Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANATA).

Em declarações à imprensa, o chefe do departamento de Informações Policiais da Direção de Investigação de Ilícitos Penais, superintendente Ildo Germano, disse que a reunião teve como objetivo encontrar algumas soluções para combater os crimes violentos que acontecem em todo o território nacional.

“Chamamos os intervenientes que vivem diariamente estes problemas, como assaltos nas paragens e nos táxis, bem como o roubo de viaturas, para juntos interagirmos e termos uma ideia de onde podemos atacar imediatamente”, disse Ildo Germano, citado pela agência noticiosa angolana, Angop.

Segundo o oficial, as contribuições colhidas vão ser analisadas e colocadas em papel, para a atuação prática da polícia.

Este foi o primeiro encontro, que deverá ter uma periodicidade trimestral, para se debater estes problemas que diariamente afetam a população.

Sobre o encontro, o vice-presidente da ATA, Carlos Domingos, disse que foi positivo, tendo sido apresentadas as várias dificuldades que afetam as suas atividades, nomeadamente o roubo de viaturas e outros bens, que terminam muitos deles em tragédias.

Hoje, o Serviço de Investigação Criminal (SIC) em Luanda, apresentou 15 homens, entre os quais um nigeriano, detidos por suspeita do roubo e furto de viaturas, das quais 14 foram recuperadas.

De acordo com o chefe do gabinete de comunicação institucional do SIC, Fernando Carvalho, as viaturas eram vendidas em províncias do interior do país e algumas desmanchadas para a sua comercialização em peças.

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