A Forças Armadas Angolanas (FAA), através da sua Caixa Social na província do Cubango, negou qualquer envolvimento no alegado desvio de mais de 54 milhões de kwanzas, esclarecendo que o indivíduo apresentado como suposto funcionário da instituição nunca integrou os seus quadros.

Em comunicado de esclarecimento público, a Caixa Social das FAA informou que o suspeito se fazia passar por trabalhador da instituição, utilizando essa falsa qualidade para executar um esquema fraudulento.
De acordo com as informações divulgadas, o indivíduo liderava um esquema que consistia na retirada de dinheiro de contas pertencentes a pessoas já falecidas. As operações teriam sido realizadas com a alegada cumplicidade de dois funcionários do Banco de Poupança e Crédito (BPC).
Perante a circulação de informações que associavam a Caixa Social das FAA ao caso, a instituição sublinhou que não tem qualquer responsabilidade directa nos factos investigados, reiterando que o suspeito não possui vínculo laboral com os seus serviços.
O processo encontra-se actualmente sob investigação das autoridades competentes, que procuram apurar todas as circunstâncias do alegado esquema fraudulento e determinar eventuais responsabilidades criminais.
