Quarta-feira, 13 de Maio, 2026

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Desaprovação de Donald Trump sobe para 59,8% nos EUA, aponta pesquisa Atlas/Intel

A desaprovação ao Presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a subir e atingiu 59,8% em Maio deste ano, segundo uma sondagem divulgada pela empresa Atlas/Intel, revelando um agravamento da percepção negativa sobre a liderança do chefe de Estado norte-americano.

De acordo com os dados do levantamento, apenas 39,5% dos inquiridos afirmaram aprovar o desempenho de Trump na presidência dos Estados Unidos, enquanto 0,7% disseram não saber ou preferiram não responder.

A pesquisa também avaliou separadamente a percepção dos cidadãos sobre a actuação pessoal de Donald Trump como Presidente. Neste indicador, 60% dos entrevistados classificaram a actuação como “má” ou “muito má”, ao passo que 37,2% consideraram-na “boa” ou “excelente”. Outros 2,7% avaliaram a gestão como regular.

Os números confirmam uma tendência de queda gradual da popularidade do Presidente ao longo de 2026. Em Janeiro, a aprovação situava-se em 44,1%, enquanto a desaprovação era de 55,6%. Já em Maio, a aprovação caiu para 39,5%, acompanhada pelo aumento da rejeição pública.

O levantamento mostra igualmente que a popularidade de Trump já vinha registando oscilações negativas desde o segundo semestre de 2025. Entre Agosto e Dezembro daquele ano, a desaprovação variou entre 48,3% e 59,6%, enquanto os índices de aprovação oscilaram entre 46,9% e 39,3%.

Outro tema abordado pela pesquisa foi a posição dos norte-americanos em relação aos recentes ataques dos Estados Unidos contra o Irão. Segundo os resultados, 59,2% dos entrevistados afirmaram não apoiar as acções militares, enquanto 38,9% declararam apoio aos ataques. Cerca de 1,9% não responderam ou disseram não ter opinião formada.

A divulgação dos dados ocorre num contexto de forte polarização política nos Estados Unidos, marcado por debates sobre política externa, imigração, economia e decisões do Supremo Tribunal norte-americano. Recentemente, Donald Trump voltou a gerar polémica ao afirmar que o Supremo Tribunal deveria ser “leal” em casos considerados cruciais para o país.

A sondagem ouviu 2.069 adultos norte-americanos entre os dias 4 e 7 de Maio e apresenta uma margem de erro de dois pontos percentuais.

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