Terça-feira, 28 de Abril, 2026

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Humanistas defendem justiça transicional  

O Partido Humanista de Angola (PHA) defendeu esta sexta-feira, em Luanda, uma justiça transicional, “como um passo necessário para se afastar um passado doloroso e dividido, em direcção a um futuro e desenvolvimento participativo”.  

No quadro do Direito, a justiça transicional lida com o legado de atrocidades de um passado violento, ao qual não se quer regressar, e de um presente que precisa ser diferente rumo a um futuro de paz, harmonia e desenvolvimento.

Ao falar no Tempo de Antena da Rádio Nacional de Angola (RNA), a líder do partido, Florbela Malaquias, referiu que, caso vença as eleições de 24 deste mês, as reformas institucionais vão ter de elevar o respeito pela dignidade humana e dos valores democráticos no país.

A redução das desigualdades e eliminação dos processos burocráticos em benefício da sociedade, em especial dos mais desfavorecidos, fazem igualmente parte do programa de governo do Partido Humanista de Angola.

Hoje, essa candidata à Presidência da República trabalha na província de Malanje, onde tem prevista a inauguração da sede do PHA, encontro com o bispo católico, seguido de uma passeata e um acto de massas.

As últimas eleições gerais em Angola foram disputadas a 23 de Agosto de 2017, por seis forças políticas, com a participação de 76,57 por cento, dos cerca de 9,3 milhões de eleitores inscritos.

O MPLA venceu por maioria qualificada, com 61 por cento dos votos, à frente da UNITA com 26,67 por cento e da CASA-CE (Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral) com 9,44 por cento.                                        

Ao presente pleito, concorrem os partidos MPLA, UNITA, PRS, FNLA, PHA, APN e P-NJANGO e a coligação CASA-CE.

Para efeito, estão habilitados a votar, nestas quintas eleições de Angola, 14 milhões 399 mil eleitores, dos quais 22 mil 560 residentes no estrangeiro, contemplados pela primeira vez, depois de excluídos em 1992, 2008, 2012 e 2017.

A votação no exterior terá lugar em 25 cidades de 12 países.

Angop

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