A produção angolana de gás associado, nas unidades de processamento de petróleo, cifra na ordem dos 77,9 milhões de metros cúbicos/dia, uma quota que mantém Angola como segundo maior produtor de gás natural na África subsariana, depois da Nigéria.
De acordo com a publicação da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), a que ANGOP teve acesso, o referido gás associado ao petróleo é usado e aproveitado na ordem dos 95% nas operações de reinjecção.
O remanescente, de acordo com a publicação, que não aponta números, é processado e serve para produção de gás natural liquefeito, gás petróleo líquido e combustível para energia eléctrica.
“ Angola subscreve o conceito que o gás natural é uma fonte mais limpa, eficiente e económica, com vantagens de emitir menos gás de efeito de estufa, quando comparado aos combustíveis tradicionais, como carvão mineral, petróleo e seus derivados, com realce para gasolina e o gasóleo gás”, descreve a publicação.
O gás natural tornou-se um produto mais importante, não só pela sua rentabilidade como fonte energética, mas também como matéria-prima para o sector petroquímico.
A partir do gás natural é possível produzir amoníaco, metanol, oleofinas, aromáticos, além de ser uma fonte de transição energética para melhor protecção do ambiente.

