O governo angolano tem para o presenta ano pouco mais de 21 mil bolsas de estudos, das quais cerca de 10 mil bolsas estão reservadas para apoiar os estudantes de famílias carenciadas e com poucos recursos.
Esta informação foi avançada, na sexta-feira (9), no Huambo, pelo secretário de Estado para o Ensino Superior, Eugénio da Silva.
O responsável justificou que o governo pretende com essa medida aumentar o número de mestres e doutores no ensino superior para responder aos atuais desafios do país.
Segundo Eugénio da Silva, o critério de avaliação é variável e associa mérito académico, perfil socioeconómico, idade e o curso que estudante está a fazer. Eugénio da Silva disse que o objetivo do governo é equilibrar porque, segundo o responsável, “neste momento há muito mais cursos de ciências sociais, humanas e letras do que cursos na área das ciências e das engenharias”. “Química, física, matemática, biologia é disso que temos mais necessidade porque são áreas estratégicas para o desenvolvimento da nossa economia, da indústria e da produção”, concluiu o secretário de Estado para Ensino Superior, em declarações à Rádio Nacional de Angola.
