A petrolífera estatal Sonangol prevê encaixar perto de trinta mil milhões de kwanzas com a venda e desinvestimento em treze ativos este ano.
Entre as empresas e participações a serem vendidas e desinvestidas, estão algumas nacionais e estrangeiras entre elas, a Puma Energy, a base do Kwanda, ENCO (Empresa Nacional de Combustíveis e Óleos de São Tomé), SIR (refinaria na Costa do Marfim), Sonangol Cabo Verde, o Grupo Technic (constituído por duas empresas que é a Technic Angola e Angoflex), SonaSing OPS (os barcos que fazem a retenção do petróleo bruto) e o Hotel Suite Maianga.
De acordo com o diretor da direção de gestão de participações financeiras da unidade de negócios não nucleares da Sonangol, Bruno Henriques, os primeiros ativos começam a ser vendidos já no início do segundo trimestre deste ano.
