A poucos dias de Angola celebrar 45 anos de independência, o general Pezarat Correia disse que gostaria de ver o país como um lugar onde “os angolanos tivessem direito a usufruir das potencialidades da sua terra”.
“Gostava que Angola fosse hoje um país onde fosse agradável viver, onde os angolanos tivessem direito a usufruir das potencialidades da sua própria terra, que (…) tivessem direito àquilo que merecem e não tiveram”, afirmou o general Pedro Pazarat Correia numa entrevista à Lusa a propósito do aniversário da independência do território.
Hoje, Angola atravessa novamente “um processo de reversão”, com uma situação económica “difícil” e a social a “agravar-se”, considerou.
