Os Estados Unidos impuseram sanções ao antigo Presidente da República Democrática do Congo, Joseph Kabila, por alegados laços estreitos com o grupo rebelde M23.

A decisão foi recebida com surpresa por Kabila, que a considera “profundamente injustificada”. O ex-chefe de Estado defende que, durante o seu mandato, trabalhou para a reunificação do território nacional, a pacificação progressiva do país e a reconciliação do povo congolês, além da reconstrução do Estado e da estabilização da região dos Grandes Lagos.
Joseph Kabila sublinhou ainda que foi sob a sua liderança que o país conseguiu sair de uma guerra regional devastadora, reforçando a ideia de que o seu legado político está ligado à busca pela estabilidade.
Recorde-se que o antigo presidente foi julgado à revelia e condenado à pena de morte por traição, em Setembro de 2025, pelo Tribunal Militar Superior da RDC, acusado de apoiar o movimento M23.
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