Treino à porta fechada para evitar olhares curiosos e manter os atletas compenetrados na vitória foi o que se viu, este domingo, no estádio 11 de Novembro, palco do Angola-Líbia, na terça-feira.

Reunido pela segunda vez desde o regresso do Egipto, onde perdeu por 0-1 na ronda inaugural do grupo F, qualificativo ao Mundial do Qatar´2022, o conjunto descontraiu, circulou a bola em espaço reduzido e fez corridas curtas até aos 15 minutos, com a presença da imprensa.
O atacante Vá, do Afos FC do Chipre, e o guarda-redes Hugo Marques, Cape Town City da África do Sul, personificam o querer vencer da seleção. Ambos titulares no jogo anterior, o primeiro teve nos pés a possibilidade de marcar antes de o oponente fazê-lo, aos 4 minutos, por Zizu.
Já Hugo Marques foi preponderante entre os postes, evitando, algumas vezes, o segundo golo dos Faraós, fundamentalmente na ponta final.
Indicados pela equipa técnica, liderada por Pedro Gonçalves, para comunicarem com os jornalistas, os dois convergiram na opinião de que o jogo contra os líbios será para ganhar, um sentimento do grupo que se empenha para o efeito.
Disseram que após o comportamento competitivo demonstrado no desafio anterior, o colectivo trabalha para vencer no seu reduto, ainda mais perante o público caseiro, que esperam aflua em massa ao estádio 11 de Novembro, às 20 horas de terça-feira.
O último treino efectua-se às 18 horas de segunda-feira, no estádio dos Coqueiros, enquanto os líbios, que trabalham no campo da Academia de Futebol de Angola, reconhecem no mesmo dia o palco do jogo.
A conferência de imprensa de lançamento da partida acontece, também, segunda-feira a partir das 12 horas, por via presencial e ZOOM.
Os bilhetes são comercializados ao preço máximo de Kz cinco mil e mínimo de Kz 500, após a FIFA ter autorizado a presença de dez mil adeptos.
Angop

