A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta reiterou hoje, sábado, em Luanda, o empenho e compromisso do Executivo angolano no combate às grandes endemias e na redução da mortalidade materna, neonatal, infantil e nutrição.
A governante, que falava num encontro, em vídeo-conferência, para celebrar o Dia Mundial da Cobertura Universal da Saúde, que hoje, sábado, se assinala, realçou que o país registou avanços no que concerne a redução da mortalidade materna, neonatal, infantil e nutrição e no controlo das grandes endemias.
Destacou o aumento de vacinação de seis para 13 anti-genes, de VIH/Sida, a prevenção da transmissão do vírus de mãe para filho e o reforço do número de unidades de tratamento de tuberculose de 147 em 2016 para 377 em 2020 como alguns dos avanços no sector da saúde.
Sublinhou ainda a aposta em novas tecnologias para o tratamento da tuberculose, com a aquisição de 55 aparelhos de genexpert, distribuídos nas 18 províncias.
Por outro lado, Sílvia Lutucuta, disse que falar em universalização da saúde pública é reafirmar o compromisso de acesso a saúde, particularmente dos cuidados primários.
“O alcance da cobertura universal de saúde é central para obtenção de resultados do sector em Angola, descritos nas quatro áreas prioritárias do Plano de Desenvolvimento Nacional 2018/2022, onde a saúde está inserida no primeiro pilar estratégico que aborda o desenvolvimento humano e o bem-estar de todas as pessoas”, salientou.
Adiantou que com esta base o Executivo angolano preconiza para o sector da saúde, como principais programas, a melhoria da assistência médica e medicamentosa, a melhoria da saúde materna infantil e nutricional, o reforço do sistema de informação sanitária e o desenvolvimento da investigação em saúde, bem como o combate as grandes endemias, através da abordagem das determinantes sociais de saúde.
A data foi instituída em 2015, na Assembleia Geral das Nações Unidas, como parte da Agenda2030, dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.
A Cobertura Universal de Saúde resume-se em garantir que todas as pessoas, em todos os lugares, possam aceder aos serviços de saúde essenciais e de qualidade, sem enfrentar dificuldades financeiras.

