Terça-feira, 25 de Junho, 2024

UNICEF quer atenção redobrada a criança

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) apelou, nesta segunda-feira, o Governo angolano a realização contínua de acções tendentes a evitar que à pandemia da covid-19 se transforme numa crise para os direitos da criança.

Numa mensagem sobre o Dia Mundial da Criança enviada à ANGOP, o UNICEF destaca a necessidade de se assegurar que as crianças e famílias tenham acesso à água e a condições de saneamento e higiene, acesso aos serviços básicos como a vacinação de rotina, consultas pré-natal, serviços de nutrição.

A instituição solicita também o Executivo ao contínuo apoio às famílias por meio de programas de protecção social protecção das crianças da violência, exploração e abuso.

A organização reitera a responsabilidade partilhada entre as famílias, sociedade civil, líderes políticos, parceiros privados, organizações e doadores internacionais para se garantir o apoio nrcessário ao bem-estar das crianças.

O UNICEF reconhece que desde a ratificação da Convenção sobre os Direitos da Criança (1990), apesar dos inúmeros desafios económicos, políticos e sociais, Angola tem dado passos significativos para assegurar o desenvolvimento integral da criança.

”Por meio de uma agenda nacional orientada pelos 11 compromissos com a criança, os líderes políticos, parceiros internacionais, parceiros privados e sociais partilham responsabilidades a fim de tornar a criança uma prioridade absoluta, lê-se na mensagem.

Conforme o documento, é urgente que todos os angolanos reafirmem o seu compromisso com a criança, por ser a única via para se evitar uma crise maior que a crise da Covid-19, destacando a urgência em se potencializar o capital humano e reforçar a descentralização e convergência de serviços sociais como factores estratégicos para o desenvolvimento da infância no país.

A organização destaca o apoio as acções de redução do impacto da pandemia, particularmente no reforço e expansão do Sistema de Protecção Social, com vista a redução dos efeitos do choque económico e social na vida das famílias.

Dados disponéveis indicam que as crianças constitutem a maioria da população angolana, sendo que mais de 50 por cento da população tem menos de 18 anos de idade.

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