Quinta-feira, 13 de Junho, 2024

Mais de 346 mil mortos e mais de 5,5 milhões de infetados em todo mundo

A pandemia do novo coronavírus já matou pelo menos 346.296 pessoas e infetou mais de 5,5 milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP, às 11:00 hoje, baseado em dados oficiais dos países.

De acordo com os dados recolhidos pela agência de notícias francesa, já morreram pelo menos 346.296 pessoas e há mais de 5.507.700 infetados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro de 2019 na cidade chinesa de Wuhan.

Contudo, a AFP avisa que o número de casos diagnosticados, no entanto, reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que alguns países estão a testar apenas casos graves, e outros usam o teste como uma prioridade para rastreamento, e muitos países pobres têm apenas capacidade limitada de rastreamento.

Entre aqueles casos, pelo menos 2.176.600 pessoas foram considerados curados.

Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de mortes e casos, com 98.223 e 1.662.728 casos, respetivamente. Pelo menos 379.157 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Reino Unido, com 36.914 mortes em 261.184 casos, Itália com 32.877 mortes (230.158 casos). França com 28.457 mortos (182.942 casos) e Espanha com 26.834 óbitos (235.400 casos).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, contabilizou 82.992 casos (sete novos entre segunda-feira e hoje), incluindo 4.634 mortes e 78.277 curados.

A Europa totalizou 172.890 mortes e 2.084.424 casos, Estados Unidos e Canadá 104.860 mortes (1.748.479 casos), América Latina e Caraíbas 41.590 mortes (770.283 casos), Ásia 14.478 mortes (464.814 casos), Médio Oriente 8.871 mortes (351.114 casos), África 3.477 mortes (116.099 casos) e Oceânia 130 mortes (8.491casos).

Esta avaliação foi realizada com dados recolhidos pela AFP junto de autoridades de saúde e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A AFP avisa que devido a correções pelas autoridades ou a publicação tardia dos dados, os valores de aumento de 24 horas podem não corresponder exatamente aos publicados no dia anterior.

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