Domingo, 26 de Maio, 2024

Alemanha diminui controlos fronteiriços com Áustria, Suíça e França

A Alemanha diminuiu as restrições ao tráfego fronteiriço, impostas pela covid-19, com a Áustria, Suíça e França, a partir de sábado, autorizando visitas familiares de cidadãos não alemães pela primeira vez desde o início da pandemia.

Segundo um comunicado da Polícia Federal alemã, publicado durante a tarde de hoje, vai ser possível visitar familiares e participar em eventos também de índole familiar, como casamentos, funerais, e cerimónias religiosas.

Entre os motivos considerados como “razões válidas” para a entrada no país está também a conclusão de estudos em universidades ou de formação profissional ou deslocações a uma segunda habitação localizada no país.

A informação divulgada pelas autoridades alemãs, e citada pela agência Efe, avisa, o entanto, que estas “razões válidas” para entrar no país aplicam-se apenas nas fronteiras terrestres, mantendo-se inalteradas as restrições aos voos de Itália e de Espanha.

O Governo federal alemão anunciou na quarta-feira uma redução progressiva dos controlos fronteiriços, numa primeira fase, com a Suíça, Luxemburgo, Dinamarca, França e Áustria.

Posteriormente, irá seguir-se o levantamento das restrições para viajantes procedentes, através de via aérea, de Itália e Espanha.

Apesar deste plano, ainda continua em vigor a recomendação do Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão para evitar qualquer deslocação ao estrangeiro que não seja imprescindível ou inevitável.

Esta recomendação foi emitida em março e estará em vigor, em princípio, até 14 de junho.

O grande objetivo futuro da chanceler alemã, Angela Merkel, é ter, caso a evolução da pandemia o permita, uma normalização total do espaço europeu de livre circulação (Schengen) a partir de 15 de junho.

A Alemanha anunciou hoje que tinha decidido convocar vários parceiros da União Europeia (UE) para um diálogo sobre possíveis medidas a adotar para um futuro levantamento das restrições nas viagens entre países do espaço europeu impostas por causa da crise sanitária do novo coronavírus.

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